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Exame/Ideia: Lula tem 42% no 1º turno; Bolsonaro, 33%; e Ciro, 10%



Pesquisa Exame/Ideia divulgada pela revista Exame na noite desta quinta-feira (21/4) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 42% das intenções de voto para o primeiro turno das eleições deste ano, e o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 33%. É a primeira pesquisa da revista após a saída do ex-juiz federal e ex-ministro Sergio Moro (União-SP) da corrida ao Planalto.

Em relação à pesquisa divulgada em março, a distância entre os dois caiu de 13% para 9%. Na ocasião, Lula tinha 40% e Bolsonaro, 29% no primeiro turno.

De acordo com o levantamento, Ciro Gomes (PDT) aparece com 10% das intenções de voto no primeiro turno. Em nota divulgada à imprensa, a assessoria do pré-candidato à Presidência disse que Ciro Gomes é o nome mais competitivo “para romper a polarização entre Lula e Bolsonaro”.

Veja os resultados abaixo:

Primeiro cenário (com Doria)
Luiz Inácio Lula da Silva: 42%
Jair Bolsonaro: 33%
Ciro Gomes: 10%
João Doria: 3%
Simone Tebet: 1%
André Janones: 1%
Sofia Manzano: 1%
José Maria Eymael: 1%
Leonardo Péricles: 1%
Luiz Felipe D’ávila: 0,5%
Vera Lúcia: 0,3%
Luciano Bivar: 0,2%
Aldo Rebelo: 0,1%
Branco/nulo: 1%
Não souberam responder: 6%

Segundo cenário (com Eduardo Leite)
Luiz Inácio Lula da Silva: 43%
Jair Bolsonaro: 34%
Ciro Gomes: 10%
Eduardo Leite: 4%
Simone Tebet: 1%
André Janones: 1%
Sofia Manzano: 1%
José Maria Eymael: 1%
Luiz Felipe D’ávila: 0,5%
Vera Lúcia: 0,3%
Leonardo Péricles: 0,2%
Luciano Bivar: 0,2%
Aldo Rebelo: 0,1%
Branco/nulo: 1%
Não souberam responder: 4%

Segundo turno
Em um eventual segundo turno, a pesquisa mostra que Lula teria 48% dos votos enquanto Bolsonaro teria 39%.

Veja os resultados:

Lula: 48%
Bolsonaro: 39%
Nulo/branco: 9%
Não souberam responder: 4%

O levantamento ouviu 1.500 pessoas, por telefone, entre os dias 15 e 20 de abril. A margem de erro da pesquisa é de três pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-02495/2022.


Por: Ary RamalhoFonte: Metrópoles

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