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Fantasma: Denúncia contra Manoel Ludgério volta a ser destaque na imprensa nacional


Investigações sobre casos de peculato em Assembleias Legislativas –incluindo a contratação de funcionários fantasmas e repasses de parte dos salários de servidores para deputados– chegam a até 22 anos sem resolução ou punição de parlamentares envolvidos.
Levantamento identificou investigações relacionadas a peculato em pelo menos dez Assembleias Legislativas. Na maioria dos casos, não houve condenações, destaca a reportagem da Folha.

Os casos assemelham-se às suspeitas de peculato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro que estão sendo investigadas pelo Ministério Público a partir de movimentações financeiras suspeitas de servidores. As suspeitas incluem Fabrício Queiroz, ex-funcionário do gabinete o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a Folha de São Paulo, o deputado Manoel Ludgério (PSD) é acusado de contratar empregada doméstica como funcionária fantasma. A investigação está por contra do Ministério Público da Paraíba.

A Promotoria apresentou denúncia, mas a justiça ainda não apreciou.
O Deputado diz não ter cometido irregularidades.



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