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Cássio reconhece força política de RC: ‘mesmo unida a oposição não teria vencido na Paraíba’


O senador tucano Cássio Cunha Lima(PSDB) concedeu nesta quinta-feira(03) uma entrevista ao programa Arapuan Verdade, durante a entrevista Cássio falou sobre a sugestão do seu nome que foi feita para ocupar a presidência nacional do seu partido e uma retrospectiva do seu mandato ao longo dos últimos oito anos. “Meu espirito público não morrerá” afirmou o senador ao garantir que apesar de ficar sem mandato a partir deste ano ele não deixará de atuar pela Paraíba no campo da política.




Cássio afirmou que o seu nome apenas foi citado como uma das alternativas para ocupar a presidência da República como uma sugestão dos senadores Tasso Jereissati(PSDB-CE) e do senador José Serra(PSDB-SP) e que apesar de muito agradecido por esta citação ele entende que em respeito ao cargo ocupado pelo governador de São Paulo João Dória(PSDB) é necessário que o partido ouça a sua opinião referente a eleição da diretoria nacional da legenda. Cássio também garantiu que até o presente momento não houve nenhuma movimentação da parte de Dória em oposição ao seu nome, mas que ele já haveria demonstrado uma preferência pelo nome do deputado Bruno Araújo(PSDB-PE).



Sobre o posicionamento do partido acerca do governo Jair Bolsonaro(PSL) e a sugestão de alguns nomes da legenda de que o PSDB deveria integrar o campo das oposições, Cássio afirmou que a tendência no tucanato é apoiar o Governo Federal pelo menos no que tange a pauta econômica da nova gestão encabeçada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Para ele o PSDB deverá opor-se aos posicionamentos do presidente no campo comportamental uma vez que Bolsonaro apresenta uma visão mais conservadora da sociedade enquanto o PSDB é composto por pessoas de visão mais liberal.



Em seguida Cássio falou sobre os oito anos da gestão do ex-governador Ricardo Coutinho criticando os números da educação no estado e também a alta carga tributária praticada na Paraíba, que segundo ele seria uma das mais altas do país. Segundo o senador o novo aumento do ICMS aprovado no estado iria de encontro ao movimento apontado pela nova gestão do Governo Federal de diminuir os impostos buscando assim impulsionar a economia brasileira.



Cássio então voltou a criticar a ação do Tribunal Regional Eleitoral ao longo dos últimos quatro anos, pois segundo o senador haveria uma morosidade excessiva por parte do tribunal ao não julgar o caso que investiga a execução do programa Empreender Paraíba durante o intercurso da última eleição governamental vencida pelo ex-governador Ricardo Coutinho. Ele também comparou este caso ao julgamento em que ele teve seu mandato casso e relembrou que o seu julgamento foi concluído após seis meses do início do inquérito em uma sessão que durou apenas quarenta minutos.



Sobre o governador João Azevedo, Cássio garantiu possuir um bom relacionamento com o novo governador do estado e torcer para a que sua gestão seja exitosa em sanar as necessidades da Paraíba, voltando a apontar as áreas da Segurança Pública e da Educação como pontos que necessitam ser melhorados com urgência em no estado. Questionado sobre a composição do secretariado do atual governador, ele afirmou não ter parado para avaliar profundamente os nomes escolhidos inclusive por ter percebido que houve de forma primordial uma manutenção do núcleo dos nomes que compunham o governo Ricardo Coutinho.


Fonte: Polêmica Paraíba

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